As crianças têm uma pele muito diferente da dos adultos, por serem mais fina, delicada e sensível. Por esse motivo, podem ser mais atingidas pelas agressões externas, como poluição, exposição solar ou mudanças climáticas. Os cuidados devem ser redobrados e específicos.
Quais são os cuidados para esse tipo de pele?
– Hidratação:
Por ser muito mais fina e sensível, a pele das crianças tendem a sofrer maior dano quando exportas a agentes externos, como o uso de dermocosméticos. Por isso, é de extrema importância ter muito cuidado e evitar o uso desses produtos, principalmente aqueles que não são de uso infantil. É importante que os produtos sejam livres de perfume e corante e que sejam usados apenas com a indicação do dermatologista.
– Roupas:
O ideal é usar roupas de tecido macio, de preferência de algodão, principalmente aquelas que vão ficar em contato direto com a pele da criança. Já para higienizar corretamente as roupas, o ideal é utilizar produtos que possuem menor número de substâncias químicas possível, pois em comparação à pele do adulto, a da criança está com o sistema imune ainda em formação, assim é mais propensa a desenvolver algumas patologias como as infecções cutâneas, e também há maior risco de sensibilização ou intoxicação por substâncias que entrarem em contato com a pele, pois a absorção de qualquer produto é maior.
– Proteção solar
Por ter uma quantidade menor de melanina, a pele da criança também é bastante fotossensível e, consequentemente, possui mais chances de desenvolver queimaduras solares. Assim, a proteção solar é essencial! Mas atenção, não é recomendado o filtro solar em crianças menores de 6 meses. Nesses casos, a melhor barreira solar é a física, ou seja, não saia de casa em dias ensolarados sem o uso de sombrinhas e roupinhas leves.
Quando procurar o dermatologista?
Ao sinal de qualquer mancha incomum, coceiras, vermelhidões ou feridas, procurar imediatamente o dermatologista.
É muito importante visitar frequentemente esse profissional, pois algumas doenças de pele são desencadeadas desde crianças e podem ser hereditárias. Por isso, o melhor dos tratamentos, sempre é a prevenção.